Com o bitcoin, os bancos migram para o bolso das pessoas

Especialista internacional sobre o tema não pode prever futuro da tecnologia, mas acredita que vivemos uma mudança da moeda tão impactante quanto a criação do dinheiro em papel.

Se você entende profundamente de bitcoin ou é comprador e usuário da moeda virtual, comemore, pois é um dos poucos com conhecimento no tema.

Ninguém do mercado sabe ao certo o futuro dessa tecnologia, se ela vai morrer ou decolar nos próximos anos.

Nem mesmo uma das principais figuras internacionais, especialista no tema, é capaz de prever o destino do bitcoin.

“O dinheiro é a tecnologia mais antiga desenvolvida pelo humano, mais até do que o fogo”, observou, completando que sua primeira revolução foi a partir do uso de metais preciosos como moeda, acessível apenas às pessoas importantes, como famílias reais.

A segunda revolução, prosseguiu, consistiu no uso de papel como dinheiro e assim passou a ser utilizado por pessoas que não eram da aristocracia.

“Nessa época, o papel não foi bem aceito e a população custou a ver valor nele”, lembrou.

Em seguida, veio a terceira revolução, que teve início em 1950 com o surgimento do primeiro cartão de crédito.

Somente thirty anos depois é que o papel passou a ser amplamente difundido e usado.

Segundo Antonopoulos, ninguém está ameaçado pelo bitcoin, nem mesmo os bancos.

“São 4 bilhões de pessoas no mundo que não têm acesso a um banco.

Temos a oportunidade de fazer com esse montante faça parte da economia world-wide.”
Sem controle, mas não fora de controle

A falta de um órgão que controle o bitcoin não significa que tudo pode ser feito da forma como os usuários quiserem.

“O bitcoin entrega a promessa de privacidade para pessoas e força governos a serem transparentes”, afirmou, acrescentando que a ideia é compartilhar o poder, eliminando a corrupção.
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